
























A Casa de Fazenda foi implantada em meio à mata, de frente para uma represa, a partir de uma premissa clara: construir uma relação verdadeira entre arquitetura e paisagem. Em vez de ocupar o terreno de forma impositiva, o projeto busca respeitar a topografia, a vegetação existente e a experiência de viver o lugar. A residência é organizada em blocos independentes, conectados por percursos externos que transformam o deslocamento em parte da experiência da casa. A circulação entre os volumes aproxima os moradores da natureza, permitindo perceber a luz, a ventilação, os sons e as mudanças do ambiente ao longo do dia. A linguagem arquitetônica parte de princípios da arquitetura brasileira contemporânea, com grandes beirais, integração entre interior e exterior, ventilação natural e valorização dos espaços intermediários. Pedra, madeira e superfícies minerais compõem uma materialidade sóbria e durável, pensada para envelhecer bem e reforçar a conexão com o entorno natural. Mais do que uma casa de fazenda, o projeto propõe uma forma de habitar a paisagem com naturalidade, conforto e permanência.
Quero um projeto assim